Católica melhora previsão de crescimento do PIB para 1,7%

Janeiro 18, 2017
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A nova estimativa da Católica situa-se acima da previsão do governo para este ano e também é mais otimista entre as várias organizações que acompanham uma economia portuguesa.

 

A previsão da Católica é superior à do Governo de António Costa (Miguel Baltazar)

 

A economia portuguesa terá crescido 1,3% no ano passado e deve registar uma expansão de 1,7% este ano, de acordo com novas estimativas da Católica-Lisboa Forecasting Lab - Necep.

 

Relatório do seu auditório, publicado em 18 de Janeiro de 2011, uma Católica revê em alta como suas estimativas para uma economia portuguesa, devido sobretudo a "surpresa positiva dos últimos dados do PIB divulgado pelo INE, ". O PIB cresceu 0,8% em cadeia no terceiro trimestre.

 

A Católica estima que o PIB de Portugal, no quarto trimestre, cresceu 0,6% face ao trimestre anterior e 1,8% em termos homólogos. A confirmar-se esta estimativa, uma economia portuguesa cresceu 1,3% no ano passado, que traduzem uma revisão em alta de 0,4 pontos percentuais face à anterior estimativa da Católica.

 

Esta previsão situa-se acima da actual projecção que o Governo, que aponta para um crescimento do PIB de 1,2%.

 

Como Estimativas Pará 2017 tambem Revistas were em forte alta, com um Católica apontar parágrafo hum Crescimento de 1,7%,  Acima das Estimativas do Governo  (1,5%) e de Outros Organismos (PCP: 1,3%; COMISSÃO EUROPEIA e OCDE: 1,2%, FMI: 1,3% e Banco de Portugal: 1,4%).

 

A Católica alerta que "a estimativa ora avançada para o crescimento trimestral do PIB encerra uma incerteza adicional de poder refletir um estímulo fundamental e não tanto uma dinâmica subjacente mais forte da economia", sendo que "num contexto de relação" neutralidade do Orçamento do Estado para 2017, é de esperar uma propagação deste efeito no primeiro semestre do ano corrente, com uma manutenção de variações homólogas do PIB sem limiar dos 2% ".

 

É o efeito positivo que a Católica estima que vai influenciar de forma positiva o desempenho da economia portuguesa em 2017. "Passados ??estes efeitos pontuais, é de esperar ou retornar a uma trajectória de crescimento moderado, projetando-se um crescimento do PIB em torno de 1,4% em 2018 e 2019 ", acrescenta.

 

Dívida elevada e investimento fraco são riscos

 

A Católica adverte que a economia portuguesa enfrenta vários riscos, destacando os "relacionados à capitalização do setor bancário" e ao "processo de consolidação das finanças públicas".

 

(2,4% do PIB) "não é o que é certo, mas os documentos são divulgados publicamente não explicam, de forma clara, como são Atingido ".

 

Um dos riscos identificados é uma manutenção da dívida pública em valores acima de 130% do PIB "no contexto de crescimento pressurizado sobre os juros permanentes como um risco latente que pode condicionar, em especial, o financiamento do investimento".

 

A manutenção da fragilidade do investimento "continua a ser, aliás, o principal motivo de preocupação", sendo que "as perspectivas de crescimento moderado do produto não há horizonte de previsão decorrem, também, o comportamento engano da formação bruta de capital fixo que deve ter Recuado no ano passado face a 2015 ".

 

Apesar de que a conjunção externa está atualmente "mais benigna", o processo em torno do Brexit permanece incerto, "não sendo ainda completamente claro, o seu impacto em termos da economia europeia e mundial".



by Jornal de Negócios