Os melhores países para negócios em 2017. Portugal no top 20 da Forbes

Dezembro 23, 2016
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A lista é encabeçada pela Suécia. Estados Unidos estão na 23ª posição, atrás de Portugal.

 

 

Chegados ao final de 2017, como habitualmente, um Forbes revela como suas listas dos melhores do ano e de como preparar 2017 que está prestes uma chegada. A publicação revelou quais são os países mais favoráveis ??aos negócios não próximo ano. O critério baseou-se nas políticas económicas, não PIB do país e nenhum nível de impostos.

 

A lista é liderada pela Suécia. O país do norte da Europa tem vindo a subir nos rankings devido à implementação de políticas de investimento e de acesso ao emprego. Apesar de um nível de impostos relativamente elevado, a sua economia vale 471,8 milhões de milhões de euros, registar um crescimento de 4,2% no último ano e ter uma das rubricas mais baixas da União Europeia. A Suécia é ainda uma casa de marcas conhecidas como IKEA, H & M, Ericsson, Electrolux, Volvo e de startups como Spotify e Soundcloud. Também o Skype foi fundado por um sueco, o que coloca o país na vanguarda da tecnologia e empreendedorismo. 

 

Logo depois aparece a Nova Zelândia. É uma economia mais pequena do top 10, com um PIB de 166,5 milhões de milhões de euros, mas as últimas décadas transformam bastante a sua economia, passando de uma legislação fortemente protetiva para um mercado livre, tendo privatizado algumas empresas na área da Aviação, seguros, banca e telecomunicações.

 

Hong Kong, Irlanda e Reino Unido completam os cinco países do topo do ranking. Já os Estados Unidos estão disponíveis para uma 23ª posição, atrás de Portugal que ocupa o 19º lugar. Pêra dos planos de Trump para "tornar uma América grande outra vez", os economistas estão céticos. A economia norte-americana tem estado em queda no ranking desde 2006, quando ocupou uma primeira posição. A queda deve-se à diminuição da liberdade monetária e do comércio e aumento da burocracia e censura.

 

No lado oposto do ranking, sobre os países para o plano de negócios em 2017, uma lista de Forbes ou Chade em último lugar, por segundo ano consecutivo. O país da África Central tem um acentuado nível de impostos, atraso tecnológico, censura e pouca liberdade de mercado. A queda dos preços da energia também afetou gravemente o Chade, uma vez que metade das suas exportações dependem do petróleo. O Gâmbia, o Haiti, o Venezuela ea Venezuela completam uma lista dos cinco países para o plano de negócios em 2017. 



by Dinheiro Vivo